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Livro: O casamento

9 Jun

Sou assumidamente apaixonada pelos livros de Nicholas Sparks e tendo a gostar dos filmes também. Os livros dele não são grandes, tem leitura fácil e personagens próximos da realidade, nos quais você acaba se identificando nas qualidades ou nos defeitos. Essa semana terminei de ler o livro O Casamento, que é continuação do famoso Diário de Uma Paixão. Estou com Diário de Uma Paixão para ler também, mas como já vi o filme fico naquela preguicinha por já saber a história toda. Uma hora vai!

livro-o-casamento-nicholas-sparksEnfim, falando d’O Casamento, é mais um romance comovente de Sparks que traz a reflexão sobre o amor cultivado no dia a dia e sobre a relação estável que cai na rotina, através dos olhos de um herói imperfeito que tenta corrigir seus erros. Wilson, um homem viciado em trabalho, percebe depois de 30 anos que sua mulher pode não amá-lo como antes, quando ele esquece de um dos aniversários de casamento e instaura uma grande crise na relação. Tendo a história de amor dos pais de Jane, Noah e Allie, como exemplo (contada em Diário de Uma Paixão), ele percebe sua incapacidade de expressar suas emoções e começa a duvidar de que sua mulher é feliz ao seu lado. Porém, tudo isso o faz redescobrir o quanto ama Jane e não mede esforços para reconquistar a paixão perdida em algum lugar do passado e provar todo esse amor.

Podem falar que é mais um daqueles clichês com finais felizes, e eu estaria mentindo se negasse isso. Mas o que me atrai nos livros de Sparks é a forma como cada história é contada, cheia de detalhes e sentimentos, regada com reflexões poderosas. Nesse livro, ele faz os leitores relembrarem a alegria de se apaixonar e o desafio de se manterem apaixonados, o que é uma grande realidade em todos os relacionamentos.

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Apesar da foto ser do Google, essa frase em destaque foi uma das minhas preferidas do livro, junto com uma que eu postei há um tempo atrás no Instagram:

Foto: Instagram @_gabi_teixeiraConclusão: Para quem gosta de romances, continuo recomendando Nicholas Sparks de olhos fechados. E sinceramente, HOMENS, TODOS vocês, SEM EXCEÇÃO, deveriam ler esse livro água com açúcar e aprender um pouquinho mais com Wilson. É tão fácil! Ele percebeu ;) hahahaha

Alguém mais já leu? Recomendam outros livros do autor?

A arte de ser leve…!

25 Mai

Na semana passada tive a oportunidade de participar de uma palestra oferecida pela empresa onde trabalho com a jornalista Leila Ferreira. Para quem não conhece, Leila é formada em Letras e Jornalismo, mestre em Comunicação, foi repórter da Globo Minas, apresentadora do programa “Leila Entrevista” e é colaboradora da revista Marie Claire, além de já ter lançado alguns livros, sendo um deles “A arte de ser leve“. Com um currículo desse dá pra entender porque minha recomendação, né?!

leila_capa_180710_16_denise7_260710.inddPois a palestra era em cima desse livro. Confesso que no começo fiquei com receio de ser uma daquelas palestras motivacionais onde o mundo é cor de rosa e o sorriso é de graça, mas paguei língua e me surpreendi. Ainda não li o livro – pretendo ler em breve! – mas posso falar um pouquinho para vocês da reflexão da Leila.

A começar, fiquei de queixo caído com a história de vida da jornalista, com inúmeros problemas financeiros e familiares que acarretaram uma depressão, entre outras coisas. E mesmo diante disso, ela leva a vida leve, com sorrisos e bom humor. Foram mais de 1h30 ouvindo a palestrante sem cansar, rindo junto e nos emocionando junto. De tirar o chapéu!

Foto: Luciana Gama

Foto: Luciana Gama

Entre casos e causos, Leila fala sobre como conviver com as mais diferentes adversidades da vida sem deixar com que isso interfira no seu dia a dia ou na vida de outras pessoas. Estamos acostumados a deixar o stress, a pressa, o mau humor ou qualquer outra irritação do nosso cotidiano ser o guia das nossas vidas, sempre colocando a culpa nos problemas e, de uma forma ou de outra, repassando todo esse peso para quem está próximo da gente. Nas palavras dela, “ninguém tem nada a ver com seus problemas, se deu errado, essa fatura é sua!”. Verdade. A questão aqui não é ignorar todas as dificuldades que enfrentamos, longe disso. A própria Leila diz que “viver a vida é muito difícil, uma das tarefas mais difíceis do ser humano”. Mas temos que aprender a lidar com ela de uma forma saudável, de maneira mais leve, e sem jogar esse peso nas costas do outro. Leila dá um exemplo de uma senhora que vive com depressão, além de diferentes problemas financeiros e de saúde, e ao ser entrevistada estava sempre feliz e sorrindo. Ao perguntar para senhora em como ela era tão bem humorada, mesmo enfrentando tantos problemas em uma cidadezinha carente, ela escutou a resposta “ah minha filha, a depressão não atingiu essa parte não!” hahaha! E é exatamente isso que Leila tenta passar para seu público, formas de deixar a vida mais leve, mais feliz, mesmo com todos os obstáculos que aparecem na nossa frente! Ninguém está feliz o tempo todo, mas você não precisa atirar pedras para quebrar o vidro de quem acabou de trocar a janela. Basta trocar a sua também!

Leila Ferreira

Tive a oportunidade de bater um papo com ela depois da palestra, e só confirmei que é uma pessoa super simpática, simples, humilde e, claro, LEVE! Daquelas que você se sente bem de estar perto, que passa uma energia boa! Fora que é uma elegância que só! Mais de 60 anos, mantendo a pose em cima de um salto fino e com um trench coat lindo! hahaha Parabéns pelo trabalho, Leila! Obrigada por me receber!

E aos leitores, sempre brinco que somos sistemáticos e sistemáticas com tudo, mas no fundo temos que saber encaixar a leveza em meio a nossas manias, levar a vida com mais bom humor e menos críticas. Quando ler o livro, prometo falar mais um pouquinho para vocês. Espero que tenham gostado, porque eu adorei.

Livro & Filme: A hospedeira

24 Abr

Podem me julgar, mas eu vou falar SIM de um livro de Stephenie Meyer aqui. Vou falar porque vocês sabem, venho contar apenas de coisas que valem a pena e, pra mim, esse livro vale. Depois de ler os quatro livros de Crepúsculo e achar o final da saga uma grande bosta, resolvi encarar A Hospedeira, que nem era um livro conhecido na época, e me encantei com a história.

a-hospedeira-the-hostO livro conta sobre uma dominação alienígena na Terra, que resolveu os problemas de fome, violência e clima do planeta. Porém esses seres, chamados de almas, ocupam corpos humanos como se fossem parasitas. Pregando uma sociedade baseada na paz, as almas perseguem os poucos humanos que ainda não foram dominados. Um deles é Melanie Stryder, que passa a ser dominada por uma alma chamada Peregrina, que por sua vez tem por missão vasculhar suas memórias para encontrar rastros de outros humanos. Entretanto, a consciência de Melanie ainda está viva dentro do corpo, o que faz com que Peregrina fique cada vez mais fascinada com a vida e os sentimentos que Melanie tinha e passa a protegê-la de uma Buscadora, que deseja capturar seus amigos humanos o quanto antes.

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 Podem me julgar de novo por ter gostado de mais um romance de ficção de adolescentes, e eu sei que a sinopse parece meio bobinha, mas eu acho que até a forma como foi escrito foge do padrão que estamos acostumados a ver. Pra começar o livro não fica no romance meloso de sempre, nem tem uma personagem sonsa e um príncipe perfeito. São muitos os momentos de tensão com os sobreviventes x buscadores, muitas cenas bem descritivas sobre um mundo dominado por outra espécie, e no meio a isso são colocadas as cenas de romance. Fora isso, fiquei completamente dividida entre alguns personagens, o que geralmente não acontece, e achei o final surpreendente, com coisas que eu não esperava, e geralmente isso me faz gostar mais das histórias também.

a-hospedeira-the-host-1Daí que esse virou um romance queridinho da minha prateleira há alguns anos, e esse ano lançaram o filme – que obviamente – eu tive que ir ver. O filme segue bem fielmente a história do livro, não muda o contexto, linearidade ou personagens. Cenas que eu imaginava na minha cabeça foram exatamente transportadas para as telonas, mas acho que – as always – passa pouco da emoção e do envolvimento com os personagens que temos no livro.

A quem se interessar, segue o trailer:

Cinquenta Tons de Liberdade

2 Dez

TERMINEI \o/ Ufa! Sim, é motivo pra comemorar, porque achei que nunca ia conseguir terminar de ler o último livro da trilogia Cinquenta Tons de Cinza. Já falei do primeiro e do segundo livro antes, mas a minha opinião do terceiro e da trilogia como um todo é bem diferente das duas primeiras.

Bom, desde o primeiro livro várias coisas na história já estavam me incomodando, mas até então eu tava amando. No segundo o meu ânimo com o casal já diminiu bastante, mas ainda assim eu continuava curiosa pra saber o que ia acontecer. Já o terceiro livro foi desencanto total.

A história é a mais previsível possível, falta muita originalidade e como eu disse antes é impossível evitar comparações com Crepúsculo. A trilogia nada mais é que um conto de Cinderela com sexo, e posso falar? No último livro eu já não estava mais aguentando ler as cenas calientes dos dois.

Eu faço a pergunta: que mulher no mundo não deseja um cara bonito, podre de rico, gentil, atencioso, cuidadoso e bom de cama? Que homem no mundo não quer uma esposa linda, divertida, simpática, inteligente e que topa todos os seus jogos sexuais? E mais, eu me pergunto qual relacionamento é baseado em sexo – porque não importa o problema, eles sempre acabam na cama (na sala, na cozinha, no elevador, no jardim, etc etc) – e ainda, sexo perfeito, com direito a segundo, terceiro e quarto tempo e orgasmo múltiplos em todas as vezes?

O grande problema do livro é esse: um conto de fadas trazido pra vida real. Apesar de todos os problemas e os cinquenta tons, o romance dos dois cai no conto perfeito comum. E acho que esse é o motivo de tantas mulheres terem se apaixonado: elas desejam isso na vida delas. E o motivo de eu ter desiludido total com o livro, porque gosto das histórias que surpreendem, e não foi isso que aconteceu nessa. Eu li o terceiro livro adivinhando tudo que ia acontecer no próximo capítulo, e isso é broxante!

Faço aqui uma retratação e “desrecomendo” a trilogia pra vocês. A autora se perdeu completamente na proposta do primeiro livro e caiu no conto comum. Nem as cenas de sexo conseguiram sustentar. Mas gostaria de saber a opinião de vocês, leitoras, porque tenho certeza que muitas já leram! Gostaram? Odiaram? Concordam ou discordam de mim? Let’s talk ;)

Conhecendo mais de Herchcovitch!

14 Nov

Amantes de livros, eu sei que estou devendo uma resenha do Cinquenta Tons de Liberdade pra completar os dois posts da trilogia Cinquenta Tons de Cinza que eu já falei aqui e aqui… MAS eu confesso que to morrendo de preguiça do terceiro livro, tá super lenta a minha leitura – daí já dá meio pra perceber minha opinião né?! hahaha

Mas enquanto eu luto pra ler o romance de Mr and Ms Grey, venho com uma dica pra quem gosta de livros relacionados à moda e, principalmente, de Alexandre Herchcovitch. O livro é Cartas para um jovem estilista – A moda como profissão, escrito pelo próprio.

Eu li esse livro na faculdade, e não é necessário estudar ou trabalhar diretamente com moda pra se inteirar mais do assunto. Quem gosta de moda e quem gosta do estilista, vale super a pena a leitura.

Essa série de livros “Cartas para um jovem… (alguma coisa)” aborda diferentes profissões, contadas pelos próprios personagens. No caso de Herchcovich, mostra um pouco da sua trajetória no mundo da moda, como sua mãe o inspirou a seguir esse caminho, os desafios, as inspirações para uma nova coleção… enfim, mostra um pouquinho do crescimento desse grande talento, além de dicas para quem quer seguir carreira.

O livro é pequeno e fácil de ler, então quem gosta do tema, fica a dica ;)

Livro O que eu amava

30 Out

Oi !!

Depois do sucesso de 50 Tons de cinza e da invasão do mesmo em todos os blogs brasileiros que visito, hoje vou indicar um livro que estou lendo e estou amando: “O que eu amava” de Siri Hustvedt. É um romance totalmente diferente de 50 Tons e seus dois outros livros. A história contada 25 anos depois, retraça o crescente envolvimento afetivo entre o crítico e o artista e a amizade entre eles até que um dia os laços entre as famílias dos mesmos são abalados por uma tragédia e por uma monstruosa descoberta. É uma história que fascina, envolve e perturba. Estou amando e indico para quem gosta de um bom livro!

Opinião:

Vou aproveitar esse post e falar para vocês agora o que eu achei sobre 50 Tons de Cinza e 50 Tons mais escuros. Eu amei o primeiro livro, li em 04 noites. Achei ele dinâmico, diferente de todo tipo de livro que eu já tinha lido. E posso falar!?!? Também fiquei encantada por Christin Grey. Como não li Crepúsculo, nem sei se é imitação, etc, etc como a Gabi disse aqui. Só sei que amei e ponto final.

Mas, no segundo livro me decepcionei demais. Não esperava de verdade que ele fosse se transformar, mudar da água pro vinho. Não gostei. Senti falta total de tudo do primeiro livro. Não sou nem um pouco a romântica convencional e que torce para que todo final seja feliz ou que o casal da história (seja essa ou não) fiquem juntos no final. Pelo contrário. E acho que foi por isso que me decepcionei. Não esperava nunca, mesmo, de verdade, que Christian fosse ficar com Anastasia.

Agora vou ler o terceiro livro para ver o que acontece, mas confesso que estou morrendo de preguiça pois estou desencantada. rsrs. Depois conto para vocês o que achei. Beijo T

Cinquenta tons mais escuros!

29 Set

Falei nesse post aqui o que achei do primeiro livro da trilogia mais falada do momento. Essa semana eu terminei o segundo livro, Cinquenta tons mais escuros… eu ia esperar ler o terceiro e fazer uma conclusão geral da história mas, com o segundo livro sendo lançado no Brasil agora e com tanta gente falando a respeito, tive que vir aqui e registrar minha opinião.

O post pode conter certos spoilers, então quem não quer saber mais sobre a história pula para os parágrafos finais!

A história continua exatamente de onde termina o primeiro livro – motivo pelo qual eu não consegui esperar chegar no Brasil ou o prazo de entrega da internet e comecei a ler um e-Book mesmo haha. Enfim, foco na história! Achei o segundo livro bem diferente do primeiro.

Enquanto o Cinquenta Tons de Cinza apresenta os personagens – com todos os exageros que eu já falei no post passado – e mostra uma relação sexual conflituosa entre uma virgem e um sádico, o Cinquenta Tons mais Escuros traz um pouco da história e do passado do Mr. Grey e toda a explicação dos motivos que o levaram a optar pelo estilo de vida BDSM. Em meio a isso, mostra um Mr. Grey mais romântico descobrindo um amor verdadeiro, uma Anastasia mais determinada e confiante, e cai nas garras de um romance mais clichê com o famoso diferencial das cenas de sexo.

Eu que amo ler romances me prendi mais uma vez tentando descobrir os mistérios do Mr. Grey, mas ainda acho que falta originalidade na história. Apesar do livro trazer a parada do sexo e despertar (ou matar!) curiosidade de 99% das mulheres, a relação entre os protagonistas não traz inovação: é aquela coisa (que toda mulher, inclusive eu, ama ler!) de primeiro amor verdadeiro mais forte que tudo e que vence todas as dificuldades do mundo. Fora que os vestígios de Crepúsculo ainda me irritam um pouco porque sempre fico comparando.

Relevando todos os contras, tanto os personagens quanto o final do livro surpreendem, trazendo de volta um ponto que estava perdido até então e dando algumas reviravoltas em pontos que pareciam resolvidos.

Estou um pouco arrasada que o terceiro livro só lança no Brasil em novembro e eu não achei nenhum link para baixar, só em inglês :( Mas pretendo continuar procurando e assim que ler, sai a resenha final pra vocês!

Quem mais aí tá lendo? Quero saber a opinião de vocês, estão gostando??? Mr. Grey também está prendendo vocês?

Cinquenta Tons de Cinza

10 Set

Quem me acompanha no Twitter (@_gabi_teixeira, segue lá!) sabe que eu resolvi ler a trilogia do tão famoso romance erótico Cinquenta Tons de Cinza. Li em uma semana o primeiro livro, e por este fato posso concluir que, mesmo que a história em si não seja nada surpreendente, o livrou conseguiu me prender. E vocês sabem que sou da máxima que quando uma história prende, no mínimo ela é boa.

Comecei a ler o livro sem saber direito o que esperar. Todos os comentários a respeito dele me deixaram curiosa e resolvi comprar. Nos primeiros capítulos, onde os personagens centrais Anastasia e Christian se conhecem e são apresentados, me assustei um pouco com o rumo que essa história poderia tomar… mas no decorrer do livro a história vai te envolvendo, ganhando sentimento, conflitos e você acaba preso no enredo.

Achei o romance um pouco extremista: uma virgem de 21 anos que conhece um milionário de 27 que nunca se relacionou com ninguém, além de suas experiências sádicas na cama. Então o conflito central desta história é, como diz a própria personagem, achar uma balança entre os limites dela e os desejos dele, com um sentimento que começa a crescer entre os dois.

Além disso, é impossível não se lembrar de Crepúsculo (livro!) ao ler: a menina de cabelo rebelde que gosta de livros clássicos e o cara rico, lindo e perfeito, que a deslumbra completamente. Inclusive tem uma cena no restaurante que até as falas são iguais. Mas o fato de Cinquenta Tons de Cinza descrever com detalhe as cenas de sexo (e são muitas!) o tira da sessão de romance adolescente e o eleva a um nível a mais.

Acho que o fato de tantas mulheres lerem e recomendarem o tal livro é exatamente por causa do sexo. Ali, com certeza, muitas estão mergulhando na fantasia, se descobrindo ou redescobrindo. Em uma entrevista que li com a autora, ela mesma diz que o livro aproxima as leitoras de um fetiche que a grande maioria não realiza.

Conclusão: apesar das questões falhas que eu citei, eu – apaixonada por romances que sou – gostei! Recomendaria que toda mulher lesse, pois ele realmente abre a mente no quesito sexo e traz uma experiência sensorial completamente diferente de qualquer romance best seller (que eu tenha lido, pelo menos!). E recomendaria aos homens também hehehe, mas aí é outra história.

Já estou lendo o segundo livro da série e, quando terminar a trilogia, faço uma análise geral pra vocês.

E aí, alguém mais leu? Gostou? Odiou? Se interessou?

Dica de livro: Depois da escuridão

30 Jul

Oi pessoas,

a dica de livro estava sumida por aqui, não é? Mas com a correria que a minha vida andava, estava impossível conseguir ler. Maasss, agora finalmente conseguir começar a ler um e estou amando o livro Depois da escuridão !! Sou fã de Sidney Sheldon, não teve um livro que já tenha lido de Sheldon que eu não tenha gostado. Juro!! A forma como é escrita a história me fascina e sempre fico com vontade de ler mais e mais para ver o que vai acontecer e saber o desfecho final. Muito bom!! Com Depois da escuridão, não está sendo diferente, em dois dias de leitura noturna, li metade do livro. Super indico para vocês. E vocês, tem alguma dica de livro que gostaram para compartilhar e me indicar??? Deixem nos comentários que vou amar e anotar todas. Boa semana para todos!! Bjo T

Morte e Vida de Charlie St. Cloud

30 Mar

Pra compensar a demora em ler A menina que roubava livros, que falei nesse post aqui, hoje tem post duplo: livro + filme. Li em pouquíssimos dias o livro Morte e vida de Charlie St. Cloud, um romance que envolve espiritismo e amor entre irmãos. E como sabia que tinha o filme do livro, resolvi ver também e dar opinião dos dois!

A história gira em torno de Charlie St. Cloud, que perde seu irmão mais novo e, neste momento, ganha o dom de conversar com ele após a morte. Porém Charlie percebe que está deixando a vida de lado em função disso, e fica dividido entre seu irmão e uma grande paixão. Como diz no próprio livro: “Um coração dividido entre dois mundos”.

Sou meio suspeita pra falar de romances, leio todos e gosto da grande maioria deles, pra não falar todos também hehe. Mas tentando ser imparcial em relação ao gênero, o livro é muito fácil de ler. Capítulos pequenos que sempre terminam com um interrogação e te levam a ler mais um, e depois mais outro… A história, por fim, é meio previsível, do tipo que você para e pensa “vai acontecer isso” e lê mais alguns capítulos para confirmar a suposição. Mas pra quem gosta de romances e, principalmente, pra quem acredita ou se interessa por espiritismo, é uma boa aposta.

E como era de se esperar, o filme muda várias coisas do livro, detalhes. E como sempre acontece, eu achei o livro melhor! A sensação de ver o filme quando já se sabe da história acaba se transformando na mera comparação dos acontecimentos, mas como a história já é aquele romance meio previsível, acho que o livro consegue prender mais que o filme, passa mais emoção, inclusive.

De qualquer forma, pra quem se interessar, segue o trailer:

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