Podem me julgar, mas eu vou falar SIM de um livro de Stephenie Meyer aqui. Vou falar porque vocês sabem, venho contar apenas de coisas que valem a pena e, pra mim, esse livro vale. Depois de ler os quatro livros de Crepúsculo e achar o final da saga uma grande bosta, resolvi encarar A Hospedeira, que nem era um livro conhecido na época, e me encantei com a história.
O livro conta sobre uma dominação alienígena na Terra, que resolveu os problemas de fome, violência e clima do planeta. Porém esses seres, chamados de almas, ocupam corpos humanos como se fossem parasitas. Pregando uma sociedade baseada na paz, as almas perseguem os poucos humanos que ainda não foram dominados. Um deles é Melanie Stryder, que passa a ser dominada por uma alma chamada Peregrina, que por sua vez tem por missão vasculhar suas memórias para encontrar rastros de outros humanos. Entretanto, a consciência de Melanie ainda está viva dentro do corpo, o que faz com que Peregrina fique cada vez mais fascinada com a vida e os sentimentos que Melanie tinha e passa a protegê-la de uma Buscadora, que deseja capturar seus amigos humanos o quanto antes.
Podem me julgar de novo por ter gostado de mais um romance de ficção de adolescentes, e eu sei que a sinopse parece meio bobinha, mas eu acho que até a forma como foi escrito foge do padrão que estamos acostumados a ver. Pra começar o livro não fica no romance meloso de sempre, nem tem uma personagem sonsa e um príncipe perfeito. São muitos os momentos de tensão com os sobreviventes x buscadores, muitas cenas bem descritivas sobre um mundo dominado por outra espécie, e no meio a isso são colocadas as cenas de romance. Fora isso, fiquei completamente dividida entre alguns personagens, o que geralmente não acontece, e achei o final surpreendente, com coisas que eu não esperava, e geralmente isso me faz gostar mais das histórias também.
Daí que esse virou um romance queridinho da minha prateleira há alguns anos, e esse ano lançaram o filme – que obviamente – eu tive que ir ver. O filme segue bem fielmente a história do livro, não muda o contexto, linearidade ou personagens. Cenas que eu imaginava na minha cabeça foram exatamente transportadas para as telonas, mas acho que – as always – passa pouco da emoção e do envolvimento com os personagens que temos no livro.
A quem se interessar, segue o trailer:



















